Projetos

A +Benfica enquanto Grupo de Ação Local, é financiada pelo programa POR2020, para a elaboração e implementação da sua Estratégia de Desenvolvimento Local.

Pretende também ser promotora de projetos individuais ou em parceria com outras entidades, dentro e fora da freguesia de Benfica, indo ao encontro aos objetivos definidos na respetiva Estratégia de Desenvolvimento Local.

– FEDER

LISBOA-09-6177-FEDER-000023

– FSE

LISBOA-06-4740-FSE-000005

Desenvolvimento Local de Base Comunitária

O Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC), enquadrado na Estratégia Europa 2020 e no Acordo de Parceria adotado entre Portugal e a Comissão Europeia – Portugal 2020 visa promover, em territórios específicos, a concertação estratégica e operacionalizada entre parceiros, focalizada no empreendedorismo e na criação de postos de trabalho, pretendendo dar resposta aos elevados níveis de desemprego e aos crescentes índices de pobreza, através da dinamização económica local, da revitalização dos mercados locais e da sua articulação com territórios mais amplos e, em geral, da diversificação das economias locais.

O DLBC, assume-se como uma abordagem territorial, através da qual são implementadas Estratégias de Desenvolvimento Local (EDL) concebidas por Grupos de Ação Local (GAL) com uma estreita ligação ao tecido social, económico e institucional de cada território, visando o desenvolvimento, diversificação e competitividade da economia e a melhoria das condições de vida das populações.

Território da intervenção

Em termos da caracterização, a freguesia de Benfica é uma freguesia urbana pertencente ao concelho de Lisboa. Com 7,94 km² de área2 e 36 985 habitantes (Fonte: INE, Censos 2011), tem uma densidade populacional de 4 637,4 hab/km². Benfica é a ³porta de entrada´da cidade pela zona norte, determinando o limite territorial de Lisboa com os concelhos da Amadora e Odivelas.

Benfica reúne todas as condições necessárias de per si ser considerado uma unidade territorial urbana com incidência de problemáticas em grau suficiente que justifiquem uma intervenção, não ignorando contudo a malha urbana em que está inserida, sobretudo porque é possível reconhecer no tecido urbano da cidade um conjunto de territórios que mostra processos de segregação urbana, de bolsas de pobreza e de desfavorecimento social, económico e urbanístico.